O Brasil é um dos maiores produtores de minério de ferro do mundo, e a perfuração para o desmonte de rocha está no coração dessa operação. Em Carajás (Pará), no maior complexo de minério de ferro do planeta, e no Quadrilátero Ferrífero (Minas Gerais), mineradoras como a Vale operam frotas de perfuratrizes de céu aberto que abrem milhares de furos de desmonte por dia. Cada broca precisa entregar metragem consistente em itabiritos, hematitas compactas e cangas abrasivas, suportando o alto peso sobre a broca e as cargas de percussão dessas formações.
Nas perfuratrizes rotativas e rotopercussivas, as brocas tricônicas com circulação a ar são a escolha padrão: o ar comprimido remove o detrito do fundo do furo sem fluido líquido, o que reduz o consumo de água — vantagem importante em regiões com menor disponibilidade hídrica e em frentes de lavra a seco. Em furos menores e em rocha muito dura, o contexto de martelo de fundo (DTH) também é amplamente empregado, com brocas projetadas para a energia de impacto do martelo. As brocas FDC de cortador fixo, por sua vez, elevam a taxa de penetração em formações moles a médias, eliminando as falhas de rolamento sob trabalho contínuo.
Além da grande mineração de ferro, a linha atende às pedreiras de agregados que abastecem a construção civil e a infraestrutura em todo o país, além das empresas de exploração mineral que sondam novos depósitos. A VBM Brasil, distribuidor autorizado da Volga Burmash, mantém assessoria técnica para a seleção da estrutura de corte e do diâmetro ideais para a sua formação e perfuratriz, com garantia de fábrica e atendimento em todas as regiões mineradoras do Brasil.